Aveia com espargos e cogumelos salteados

Aveia com espargos e cogumelosJá provaram aveia cozida? Se ainda não nem sabem o que andam a perder! Aqui fica uma receita fácil, deliciosa e vegan, perfeita para almoço ou jantar.

Desde que descobri a aveia em grão que não quero outra coisa. É tão fácil de fazer e tão deliciosa que fiquei rendida e não há semana em que não a cozinhe. Cá por casa este prato já ganhou fãs e estou a colocar aqui esta receita a pedido da minha irmã Rita, que volta e meia me pede para repetir a dose. Continuar a ler

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Risotto de caxinde

IMG_5862Delicioso é o mínimo que se pode dizer deste risotto. E o aroma…nem consigo descrever, é simplesmente inebriante! 

Esta foi a última receita que fiz em Angola, antes de regressar. E fez todo o sentido porque uma das ervas que mais utilizei nesta minha estadia de 2 anos foi o caxinde, ou erva príncipe ou capim-limão como por vezes é conhecida. A primeira vez que provei um prato com erva príncipe foi há mais de 10 anos, em São Tomé, e fiquei fã do sabor e aroma.

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Couve-flor agridoce com molho de iogurte

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Para os amantes das asinhas de frango, aqui fica uma opção vegetariana, feita no forno e bem deliciosa! São perfeitas para as “segundas sem carne” ou como entrada para um jantar descontraído.

Comecei a contar-vos no post anterior as minhas aventuras pela Namíbia, em especial as peripécias do nosso último safari. Se vos dissesse que houve apenas um ponto alto estaria a mentir porque toda a envolvência de um safari é por si só um êxtase e o episódio com o elefante deixou-nos a adrenalina em altas. Mas penso que o ex libris de qualquer safari são os grandes predadores, os leões. E nós estávamos a transbordar de entusiasmo com a esperança de os podermos ver. Continuar a ler

Super raviolis de abóbora

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São enormes, cremosos, vegan e sem glúten. Uma versão bem menos calórica dos raviolis normais, mas deliciosos!

Não consigo escolher apenas um prato favorito, tenho vários. Mas posso dizer-vos que no top 10, metade devem ser pratos de massa. Se fosse possível subsistir de forma saudável a comer apenas massa com azeite, ou com manteiga, ou por si só, eu seria a candidata ideal. Mas não é. Uma vida saudável faz-se diversificando e não falo apenas de alimentação. É necessário diversificar também o nosso dia a dia, as nossas actividades, os nossos pensamentos, as nossas experiências.

As rotinas dão jeito e são boas do ponto de vista organizacional, mas há que as quebrar de vez em quando. Eu canso-me muito facilmente das rotinas e dou por mim a tentar fazer coisas diferentes a meio da semana. Sei que com filhos, família, etc. é mais difícil, mas não é impossível. Por vezes acomodamo-nos porque é mais fácil, dá menos trabalho e acima de tudo porque andamos cansados a maio parte do tempo. Continuar a ler

Puré de brócolos e couve-flor com funcho

img_39101Querem um acompanhamento rico em vegetais, saboroso e fácil de fazer? Não procurem mais! Este é tudo isso e vegan.

Às vezes sinto que me faltam acompanhamentos para os pratos de peixe no forno. Costumo acompanhar com legumes no forno, banana-pão assada (se nunca experimentaram não sabem o que perdem!), batata-doce, salada, mas não sai muito disto. E peixe assado é tão bom que vale a pena ter um acompanhamento à altura. Concordam?

O puré de batata pode ser uma opção (falo do verdadeiros claro!). Eu pessoalmente adoro misturar o molho quente do peixe com o puré. As texturas cremosas e a junção de sabores e cores casam na perfeição. Porém sinto que nós em Portugal somos um bocadinho “escravos” da batata (entre outras coisas). Basta pensar na quantidade de pratos cujo acompanhamento é este tubérculo e percebemos que provavelmente devíamos (e podíamos) variar bastante mais…

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Falafel no forno

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Esta é uma alternativa aos falafel originais, fritos em óleo. Mas nem por isso deixam de ser crocantes, saborosos e fáceis de fazer. Pita shoarma sim, mas com falafel saudável!

Quem nunca comeu pita shoarma ou não é deste planeta ou vive no mato. Sei obviamente que pode haver outras razões, mas estas são as duas que me ocorrem de momento dada a globalização desta fast food.

Há uns 10 ou 15 ano atrás (se bem me recordo) houve em Portugal o boom de um franchising israeloportuguês (sim o Joshua’s Shoarma foi criado em Portugal) e de repente havia lojas de pitas em cada esquina. Aqui por Angola as comunidades provenientes do médio oriente (especialmente a Libanesa) potenciaram o desenvolvimento da gastronomia. Prova disso é que no mais recente centro comercial da capital, um dos primeiros restaurantes a abrir foi o das pitas shoarma.

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Abóbora recheada com bacalhau e grão picante

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Foto revista LUX Angola

Para uma mesa de Natal memorável por vezes há que inovar um bocadinho. Aqui fica uma sugestão bem deliciosa e com um resultado visual fantástico! Sem dúvida que vai impressionar 😉

É quase Natal e tenho saudades da minha família mais próxima: mãe, pai, irmãs, sobrinhos, tios e algumas primas do coração que são mais irmãs do que outra coisa. Vou passar pela primeira vez o Natal longe destas pessoas e longe de Portugal. Mas ao invés de me deixar levar pela nostalgia, tenho tentado apreciar a quadra natalícia por aqui.

O calor pede praia, refrescos e banhos de mar em vez de lareiras, bebidas quentes e camisola fofas. Mas nem por isso se deixa de respirar Natal por Luanda. Há iluminações de Natal pela cidade, há Pais Natal ao vivo nos centros comerciais (a destilar dentro dos fatos de flanela suponho eu) e sim há a loucura das compras e prendas de última hora.

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Salada fresca de maçã e aipo

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Fácil de fazer, rápida e com uma mistura de sabores que cai mesmo bem. É ótima como acompanhamento ou como refeição ligeira para levar para o trabalho.

Tenho já há algum tempo uma mala pata com o aipo. O sabor não me convence de todo… Tentei utilizar em sopas, salteado, cru por si só ou acompanhado de molhos, mas nada me convenceu. Até que recentemente, num dos 3478 voos que já fiz entre Lisboa e Luanda, a TAP fez-me mudar de ideias.

Normalmente quando faço voos de longo curso opto por refeições vegetarianas, sempre que a companhia aérea o proporciona claro. Não sou vegetariana mas como muito pouca carne e por essa razão prefiro optar por esta “refeição especial” (como eles lhe chamam). É que com legumes e verduras é difícil eu não gostar, já com a carne e o peixe sou mais seletiva…

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Arroz cremoso de coco e coentros

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Sim eu sei, estão apreensivos em relação à mistura de coco e coentros… Mas deixem-me dizer-vos que é genial e deliciosa! Como é que não me lembrei disto antes?!

De facto há sabores que nunca nos passa pela cabeça juntar. Ou porque tal nunca nos ocorreu naturalmente, ou porque na nossa cabeça por alguma razão os “arrumámos” como incompatíveis, ou até porque na cultura em que nos inserimos nos ensinaram que a junção desses sabores não faz sentido.

Mas o que gosto na culinária é que não há verdades universais. O que serve para mim não serve para outra pessoa e o que funciona hoje em termos de sabor, pode não funcionar amanhã e vice-versa (sim porque os gostos e paladares alteram-se com o tempo). Por isso a única forma de saber se a junção de certos sabores funciona é mesmo experimentando continuamente.

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Batata-doce com molho de caju e paprika

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Este post é sobre comida de conforto. Aquela comida de inverno, perfeita para os dias de frio e para se partilhar em família, com quem mais gostamos. Vegan e sem glúten.

Quando vivemos algum tempo num país quente, como é o caso de Angola, em que na capital as temperaturas variam entre os vinte e poucos e trinta e muitos, por vezes sentimos falta do frio. Especialmente quando estamos constantemente a ser bombardeados com fotos, vídeos, posts e anúncios de campanhas de inverno, roupas grossas, bebidas quentes, casas aconchegantes, you name it.

Mas como diz o ditado, nada melhor do que não ter as coisas para lhes dar valor. Enquanto estive em Portugal não havia inverno que não me queixasse. Agora estou no calor e fazem-me falta alguns dias de inverno (reparem que disse “alguns dias” e não 6 meses de inverno!). Por isso nesta minha última visita, aproveitei ao máximo para fazer todos aqueles clichés dessa estação: bebi chá quentinho, comi castanhas assadas na rua, calcei botas, gorros, casacos de inverno e cachecóis. Só não comi pipocas a ver um filme enquanto chovia porque não choveu… Continuar a ler