Creme de curgete e funcho

CremeCurgeteFuncho

Como fazer face a este frio? Com sopas bem quentes claro!! E este creme é aveludado, fácil de fazer, delicioso e light. Saiba ainda neste post uma forma natural de combater a azia.

A ideia para esta sopa surgiu-me há alguns sábados atrás quando visitei o mercadinho biológico da quinta das conchas e vi uns bolbos de funcho com um aspeto maravilhoso. O funcho é bastante versátil e é uma planta que pode ser consumida por inteiro, sem desperdício. Ainda assim muitos são reticentes a utilizá-lo. As folhas servem para aromatizar molhos, peixe e saladas por exemplo, o bolbo é ótimo para sopas e as sementes, mais conhecidas como erva doce, são perfeitas paras as famosas broas castelares e outros bolos.

O que a maioria das pessoas não sabe é que o funcho tem propriedades ótimas ao nível da digestão. Mastigar sementes de funcho após a refeição pode aliviar os sintomas de enfartamento e azia, entre outros. Se sofrem deste mal experimentem para ver se resulta convosco. E não o sabor não é desagradável, é até “mentolado” devido ao aneto.

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Canja de cogumelos

CanjaCogumelos

Será possível fazer uma canja sem galinha? A resposta é sim. O segredo é o caldo de legumes e os cogumelos pleurotus. Faz-se em 15 minutos e é bem medicinal e deliciosa.

Acredito que se contam pelos dedos de uma mão os portugueses que nunca comeram uma canja de galinha. E acredito também que em outros tempos a canja era de facto um dos melhores remédios para quando se estava doente. Para além da componente nutritiva, o ingrediente secreto era sempre o amor e carinho que a nossa mãe, avó, pai, etc. incutiam na preparação da mesma.

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Vichyssoise de curgete e caju

 

Vichyssoise curgete caju

Vegan zuchini and cashew vichyssoisse (recipe in EN below)

Uma sopa cremosa e versátil, perfeita para consumir quente ou fria. Esta versão não leva natas ou batata. Vegan, sem glúten e bem saborosa.

 

Quando penso em sopas frias só consigo lembrar-me de gaspacho (que adoro, especialmente esta versão com paprika fumada) ou vichyssoise, o clássico creme de legumes da cozinha francesa, feito com batata, alho francês e natas.

Não me recordo da primeira vez que a provei (acho que foi num casamento, era eu miúda). Lembro-me de gostar do sabor e textura cremosa, mas estranhar o facto de ser fria. Anos mais tarde, já andava eu na faculdade, tive uma situação bem caricata que envolveu esta sopa.

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Creme de cogumelos com leite de amêndoas

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Um creme aveludado e delicioso, altamente reconfortante! Muito fácil de fazer, sem glúten ou lactose. Vejam abaixo o ingrediente secreto que o torna cremoso.

Eu achava que sabia o que era chuva antes de viver em África, mas hoje digo-vos que não tinha a mínima ideia… Março e Abril são meses molhados aqui em Luanda, há quem diga que são os piores meses do ano. Isto porque a chuva aqui não cai, ela jorra e parece um autentico dilúvio. As pingas são grossas e pesadas, a intensidade é imensa e é capaz de chover por horas e dias assim. A sensação que temos é que o mundo vai acabar naquele dia. Porque aliados à chuva ouvem-se estrondos de trovoadas e vêem-se raios bem de perto, com uma cadência impressionante. É assustador e magnífico ao mesmo tempo.

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Creme de abóbora e malagueta

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África inspira a comida picante por isso aqui fica uma sopa para os mais aventureiros. E para acompanhar um pouco das aventuras do meu safari pela Namíbia.

Contei-vos no num post anterior um pouco sobre as minhas aventuras pela África do Sul, mas neste quero contar-vos tudo sobre a Namíbia. A Namíbia é um país discreto, ao ponto de eu nunca o ter equacionado como destino até vir viver para Luanda. Mas por aqui não há quem não o conheça, não só pela proximidade (já que é país vizinho), como também pelas reservas naturais e safaris que este proporciona. Mas em 2 anos de Angola ainda não tinha tido oportunidade de me aventurar.

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Creme de abóbora e majericão

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Com o frio que se faz sentir pela Europa, acho que esta sopa quentinha pode ser a solução! Sem batata e só com ingredientes naturais e bem frescos. Faz-se em 20 min.

Passei o fim de semana em Lisboa e estava um frio de rachar! Mas apesar do frio, estavam dias fantásticos: céu limpo, sol e humidade zero. E o que eu adoro um bom sol de inverno. São os meus invernos favoritos, aqueles em que faz muito frio mas não chove, o vento é levezinho e o sol é permanente. E é nestes dias assim que apetece mesmo uma sopa quente, reconfortante, que nos aqueça até à alma.

Nestes dias em Lisboa consegui recarregar baterias. Visitei algumas das minhas lojas favoritas, entre elas a Maria Granel e a Cerâmicas na Linha. Se ainda não conhecem aconselho-vos vivamente a visitar porque são duas lojas de perdição total.

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Gaspacho com paprika fumada

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Esta é para os fãs desta sopa tão típica de verão! Uma receita tradicional com um toque diferente que a torna ainda mais aromática. Vegan, baixa em calorias e crua.

Quando estive na Cidade do Cabo (África do Sul) no início deste ano, vim de lá carregada com uma série”matérias-primas” para as minhas experiências culinárias. A começar pelo azeite de abacate, que podem ver nesta receita de pesto de rúcula e abacate e a terminar no ingrediente surpresa desta receita de gaspacho: a paprika fumada.

Para quem gosta de paprika normal esta é sem dúvida um upgrade. Eu costumo usar paprika em algumas receitas, especialmente nos assados, mas desde que descobri esta paprika fumada sinto que passei ao nível seguinte. O cheiro doce da paprika normal funde-se com um cheiro a fumeiro e torna este tempero ainda melhor.

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